Hoje podemos partilhar, ideais, crenças, modos de vida... através de comunidades virtuais. Os oceanos, os montes... já não são mais um obstáculo. Estamos no ciberespaço.
Com o aparecimento das novas tecnologias os vizinhos tornam-se longínquos, nem sempre quem está mais perto de nós em termos geográficos está na realidade perto dos nossos interesses, desejos e sentimentos.
No ciberespaço tudo é possível. Podem criar-se grupos com interesses comuns, quer para o bem quer para o mal. Mais cedo ou mais tarde esses mundos virtuais, com as suas ideias, transportar-se-ão para a realidade.
No ciberespaço não existem barreiras para a formação de grupos ou comunidades virtuais nem para a nossa imaginação. Podemos viajar sem sairmos de casa para qualquer lugar da terra. Com um simples computador, podemos visitar museus, cidades, outras culturas, outras gentes.
E que tal se isto fosse explorado na educação dos nossos jovens? Que tal termos uma escola aberta ao mundo, onde todos os estudantes pudessem partilhar conhecimentos?
Talvez um dia isso seja possível! Talvez possamos ter uma grande escola, em que a informação seja de todos e todos tenham o mesmo direito ao conhecimento, com a mesma igualdade de oportunidades.
A escola tem uma nova tarefa, fornecer aos alunos as chaves para uma compreensão verdadeira da sociedade de informação, deixando de ser um espaço em que o professor transmite conhecimentos para ser um lugar de aprendizagem, um espaço onde são facultados os meios para construir o conhecimento, atitudes e valores e adquirir competências (Coelho, 1997, p. 33).
Será que este novo paradigma do ciberespaço estará ao alcance de todos? Bastará dotar as nossas escolas de computadores e dar maior formação no uso de software aos professores?
Será que os jovens de hoje dominam mesmo as tais novas tecnologias da informação e comunicação?
Não será melhor reequacionar qual o papel de todos nestes desafios?
Referência BibliográficaCom o aparecimento das novas tecnologias os vizinhos tornam-se longínquos, nem sempre quem está mais perto de nós em termos geográficos está na realidade perto dos nossos interesses, desejos e sentimentos.
No ciberespaço tudo é possível. Podem criar-se grupos com interesses comuns, quer para o bem quer para o mal. Mais cedo ou mais tarde esses mundos virtuais, com as suas ideias, transportar-se-ão para a realidade.
No ciberespaço não existem barreiras para a formação de grupos ou comunidades virtuais nem para a nossa imaginação. Podemos viajar sem sairmos de casa para qualquer lugar da terra. Com um simples computador, podemos visitar museus, cidades, outras culturas, outras gentes.
E que tal se isto fosse explorado na educação dos nossos jovens? Que tal termos uma escola aberta ao mundo, onde todos os estudantes pudessem partilhar conhecimentos?
Talvez um dia isso seja possível! Talvez possamos ter uma grande escola, em que a informação seja de todos e todos tenham o mesmo direito ao conhecimento, com a mesma igualdade de oportunidades.
A escola tem uma nova tarefa, fornecer aos alunos as chaves para uma compreensão verdadeira da sociedade de informação, deixando de ser um espaço em que o professor transmite conhecimentos para ser um lugar de aprendizagem, um espaço onde são facultados os meios para construir o conhecimento, atitudes e valores e adquirir competências (Coelho, 1997, p. 33).
Será que este novo paradigma do ciberespaço estará ao alcance de todos? Bastará dotar as nossas escolas de computadores e dar maior formação no uso de software aos professores?
Será que os jovens de hoje dominam mesmo as tais novas tecnologias da informação e comunicação?
Não será melhor reequacionar qual o papel de todos nestes desafios?
Coelho, J. D. (1997). Livro Verde para a Sociedade da Informação. Lisboa: Missão para a Sociedade da Informação.
2 comentários:
"Com o aparecimento das novas tecnologias os vizinhos tornam-se longínquos,..."
Que o diga eu, meu amigo.
Os anos passam e cada vez mais só te reconheço pela voz.
Um abraço virtual porque ainda falta tempo para o sentir no corpo, mas para lá caminhamos.
Já Woody Allen idealizou no filme "Herói do ano 200" relações sexuais virtuais numa velha realização cinematográfica.
Há que ter esperança e acreditar nas próximas gerações.
augusto
Olá António Queirós:
Chamo-me Carllos Miguell estou a completar uma tese de doutoramento cujo nome é: Tentar a reescrita da sinfonia 4 33 de John Cage.
... da minha tese faz parte a realização de alguns filmes, entre eles há um, para o qual desejaria muito ter a sua participação...a questão do filme é: Que ligação funcional haverá entre a pessoa com cegueira congénita e as sonoridades urbanas?
Quem me indicou o seu nome foram várias pessoas que são nossos amigos comuns...como sendo uma pessoas capaz, responsável, metódica e capaz de ajudar a levar uma tarefa a bom porto.
Se quiser ter a amabilidade de aceitar uma possibilidade de colaboração deixo aqui o meu email:
carlosmfr@gmail.com
Agradeço a sua atenção
Carllos Miguell
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